Crítica: Unfriended – Amizade Desfeita

Como assustar a geração internet

Amizade desfeita

Sinopse: Quando um vídeo constrangedor de Laura Barns (Heather Sossaman) cai na internet, a menina tira a própria vida no pátio da escola. Um ano depois, um grupo de seis amigos conversam via Skype e percebem que há uma sétima pessoa desconhecida na videoconferência, que revela ser sua ex-colega de classe, Laura, exigindo saber quem postou o vídeo que a levou à morte.

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Crítica: Unfriended ou Amizade Desfeita é o primeiro filme que eu conheço que foi feito para ser visto em uma tela de computador. Não importa se a resolução é ruim ou se a tela não é tão grande, ver esse filme no computador é a graça da coisa.

Nós vemos o filme inteiro apenas com uma visão, que é a tela do computador de Blaire (Shelley Hennig). E essa simulação de uma tela de computador é assustadora logo no começo. A familiaridade que a gente tem com os barulhinhos do Skype e do Facebook, a falta de uma visão maior do que está acontecendo, é tudo muito angustiante.

Além disso vários pequenos detalhes também colaboram, como as notificações que aparecem no topo da tela, as várias abas abertas. Tudo isso leva a uma sensação muito familiar e consequentemente assusta bem mais.

Uma coisa genial do filme é a forma que nós descobrimos mais sobre a personagem principal quando ela digita algo nas mensagens, mas volta atrás e apaga. Isso acontece várias vezes e é uma forma incrível de mostrar a personalidade dela com os poucos recursos que o filme tem.

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O filme tem cerca de uma hora e meia e em nenhum momento eu fiquei entendiada, na verdade, esse é um filme muito divertido, o que é um grande elogio já que filmes de terror muitas vezes não são nada legais.

Chega em um ponto em que o filme te prende de verdade, onde eles têm que jogar um certo jogo, que você fica completamente imerso. A ideia de fazer os próprios amigos se virarem um contra os outros, leva o filme para outro nível, um muito mais psicológico do que sobrenatural.

A Shelley Hennig como protagonista faz um ótimo trabalho, e todos os outros também, levando em conta que eles provavelmente estavam atuando sozinhos para uma câmera. Mas, claro, o filme tem seus defeitos como os personagens completamente estereotipados, os famosos jumpscares e outros clichês do terror.

O que mais me deixou decepcionada foi o final, pois ele chega muito perto de ter um final genial, mas larga tudo para ter um final padrão dos filmes de terror atuais. Mesmo assim ainda é um final bom – mas poderia ser ótimo.

O filme utiliza uma maneira atual de discutir sobre a internet e a repercussão que as suas atitudes podem ter dentro dela. Ele também dá um tapa na cara das pessoas que ficam julgando os outros enquanto elas também fazem parte do problema.

Unfriended

Concluindo: Unfriended ou Amizade Desfeita é divertidíssimo, dá medo na medida certa e é um filme que pede para ser visto em uma tela de computador. O filme estréia dia 12 de novembro aqui no Brasil.

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5 curtas assustadores

Os curtas mais assustadores para você dormir com as luzes acesas  5 curtas assustadores

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Blinky™

Blinky é um curta de 2011 dirigido por Ruairí Robinson. O filme de 12 minutos conta a história de um garoto que ganha de natal um robô chamado Blinky, que aparentemente é o melhor presente que qualquer um poderia ter, mas o menino começa se cansar do robô e coisas estranhas passam a acontecer.

Mesmo que o tema seja um pouco batido, esse curta é fantástico pois faz uma construção perfeita entre suspense e terror. A medida em que o filme avança a atmosfera fica cada vez mais densa, até chegar há um final completamente perturbador.

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Lights Out

Você provavelmente deve conhecer esse curta já que ele circulou pelo Facebook a pouco tempo atrás. Ele é o curta para quem gosta de sentir medo e não se importa em ter problemas para dormir à noite.

Lights Out ou Luzes Apagadas, foi dirigido por David F. Sandberg e tem apenas dois minutos e quarenta segundos, e acredite, isso é o bastante.

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The Maker

The Maker é um curta de 2011 criado e dirigido por Christopher e Christine Kezelos, os mesmos criadores de Zero, animação ganhadora muitos prêmios. Não é exatamente um curta de terror, mas tem um clima e um desfecho no mínimo assustador.

O curta se passa em um mundo fantástico onde uma criatura estranha luta contra o tempo para construir a mais importante e bela criação de sua vida. The Maker já passou por 70 festivais e ganhou 22 prêmios.

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Alma

Alma é um curta de 2009 produzido por Rodrigo Blaas, antigo animador da Pixar. Ele conta a história de Alma, uma menina que um dia encontra na vitrine de uma loja uma boneca idêntica a ela.

A animação do curta é impecável e a história é absurdamente genial. O porquê de ele ser um curta de terror, isso você só descobre no final.

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Mamá

Esse é o curta espanhol dirigido por Andrés Muschietti que originou o filme Mama de 2013, produzido por Guillermo Del Toro. Nele duas meninas tentam escapar da entidade mais assustadora do mundo, a Mamá.

O curta de três minutos é apenas uma cena, não há uma história ou explicação, mas o clima de suspense e terror é intenso. Assim com Del Toro, acho que essa é uma das cenas mais assustadoras que eu já vi.

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Resenha: Cidade do Fogo Celestial

Livremente servimos porque livremente amamos”

Cidade do fogo celestial

 

Sinopse: Cidade do Fogo Celestial – Os Instrumentos Mortais – Vol. 6 – Cassandra Clare

ERCHOMAI, Sebastian disse. Estou chegando. Escuridão retorna ao mundo dos Caçadores de Sombras. Enquanto seu povo se estilhaça, Clary, Jace, Simon e seus amigos devem se unir para lutar com o pior Nephilim que eles já encararam: o próprio irmão de Clary. Ninguém no mundo pode detê-lo, deve a jornada deles para outro mundo ser a resposta? Vidas serão perdidas, amor será sacrificado, e o mundo mudará no sexto e último capítulo da saga Os Instrumentos Mortais.

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Acho que eu devia começar essa resenha parabenizando Cassandra Clare, não que ela vá ler essa resenha um dia, mas não custa nada mesmo. Escrever um livro para nós, seres humanos normais já é uma perspectiva quase impossível, imagina então escrever uma série, sabe o trabalho que isso deve ter dado?

E ainda mais uma série que não é ”meia boca” ou ”boba”  como algumas pessoas costumam pensar. Os Instrumentos Mortais é uma série muito boa. Além disso a Cassandra Clare conseguiu criar um mundo com diversas possibilidades de histórias e personagens e isso é incrível.

Eu não vou comparar esse livro com os outros da série porque não lembro muito bem deles, mas falo que com certeza ele é um dos três melhores da série. Infelizmente não achei o livro tão espetacular como queria ter achado, queria que ele fosse tão bom quanto o cidade de vidro, mas eu simplesmente não achei.

O ritmo do livro é muito bom e a última parte foi uma surpresa quanto a mudança do cenário. E eu sempre amei o humor dos livros, mas as piadinhas nesse livro se superaram, estavam fantásticas e servem para quebrar um pouco da tensão da guerra.

  • Alec: I did not make a pie, for three reasons.
  • Alec: One, because I do not have any pie ingredients.
  • Alec: Two, because I don’t actually know how to make a pie.
  • Jace: And three?”
  • Alec: Because I am not your bitch.

O prêmio de maior evolução de personagem vai pra Maia que me enganou no começo do livro, com um drama muito bobo. Mas dai acontece uma coisa que é talvez o maior spoiler desse livro, e a Maia não para de ficar incrível, todas as cenas delas são consequentemente muito boas.

Se eu durante todo o livro não estava me tocando que era realmente o final, no último capítulo me bateu uma tristeza de estar acabando a séries que me lembrou o que eu senti com o final de Harry Potter. O Prólogo é de tirar o folego, ao mesmo tempo que ele é um final feliz, é um final meio melancólico, e sinceramente, achei perfeito.

Eu adoro essa capacidade da Cassandra Clare de não importa o quão lento for o livro ela vai sempre dar um jeito de fazer um final tão bom que equivale a tudo que estava faltando.

Mesmo com toda a tristeza do fim dessa saga eu confio até demais que Os Artifícios das Trevas vai ser uma nova série tão boa quanto. E também confio demais na Emma como a nova protagonista, se ela já é badass desse jeito com só 12 anos imagina mais velha. E os 2 conflitos principais dela são coisas que eu quero muito ver o desenrolar.

Conclusão: Como não amar essa série? E como não amar esse último livro?

 “Porque o mundo não é dividido em especial e extraordinário. Todo mundo tem o potencial de ser extraordinário. Contanto que você tenha uma alma e vontade, você pode ser qualquer coisa, fazer qualquer coisa, escolher qualquer coisa.

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Ilustração linda que eu achei no tumblr: taratjah.tumblr.com

Vlogs para melhorar o inglês

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Eu sou uma grande defensora de pessoas que aprendem coisas do seu próprio jeito. Quando comecei minhas primeiras aulas de inglês já sabia um pouco mais do que a maioria das pessoas da minha turma e tinha um amor maior pela língua porque ouvia músicas em inglês praticamente todos os dias e procurava a tradução de quase todas. Assim fui aprendendo e não consigo descrever quanto todas essas idas ao Vagalume me ajudaram.

Voltando ao ponto desse post, para falar inglês muito bem, na minha opinião, não é preciso apenas ir as aulas (não importa o lugar) e passar nas provas, mas sim escutar e ver coisas relacionadas a língua constantemente. Por isso aqui tem uma lista dos meus vloggers Americanos e Britânicos preferidos, para acompanhar e passar horas vendo e escutando. Não se preocupe com a dificuldade, todos esses falam um inglês bem leve e fácil de entender pra quem tem uma base legal. Se você achar difícil eu recomendo que você continue persistindo e não desista, com o tempo tudo fica mais fácil.

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Anna Akana

A Anna Akana é uma ótima comediante, além de ser muito inteligente. Seu vídeos são todos muito bem feitos e bem curtinhos, do tipo que você não para de ver mesmo depois de já ter visto várias vezes cada um. Eu indico demais o canal dela, é um dos meus preferidos atualmente.

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Tyler Oakley

Tyler Oakley já é bem conhecido, ele foi um dos primeiros vloggers a ser reconhecido pelos vídeos que fazia. Ele é engraçado, espontâneo, um pouco sem vergonha e isso faz seus vídeos serem muito legais. Além disso ele faz parcerias Hilárias com outros Youtubers que valem muito a pena conferir.

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Michelle Phan

Já a Michelle Phan faz os tutoriais de maquiagem mais incríveis da internet, além de ter uma voz muito bonita. Perfeito para quem gosta de se arriscar mais na maquiagem e pegar alguns truques mais simples, mas muito bons.

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Poland Bananas Books

Tá certo, a Christine do Poland Bananas Books fala um pouco mais rápido e é um pouco mais hiperativa do que o resto dos vloggers aqui. Mas o canal dela é tão legal e os videos são tão divertidos que é impossível não falar dela. Além disso o canal dela é um canal originalmente literário, onde ela faz resenha de vários livros legais.

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Zoella

Deixei a Zoe por último porque ela não é americana e sim britânica e o sotaque britânico é um pouco mais difícil de entender, mas só porque a maioria de nós não está acostumado a escutar com a mesma frequência. Mas Zoe Sugg está recentemente sendo minha Youtuber preferida. Mesmo com a minha aversão a Beauty Gurus a Zoe é mega diferente, extremamente legal e uma ótima pessoa pra você levar com referência na vida.

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Crítica: La belle et la bête

Sentimentos sãoFáceis de mudar…

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 A sinopse: La belle et la bête se passa no ano de 1810, onde um naufrágio leva à falência um comerciante (André Dussollier), pai de três filhos e três filhas. A família se muda para o campo e Bela (Léa Seydoux), a filha mais jovem, parece ser a única a se entusiasmar com a vida rural. Quando o pai de Bela arranca uma rosa do jardim de um palácio encantado, ele é condenado à morte pelo dono do castelo, um monstro (Vincent Cassel).

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A parte boa: Quem nunca viu o clássico A Bela e a Fera da Disney? Eu inclusive quando era pequena obriguei meus pais a me levarem no cinema para ver na segunda exibição do filme, mesmo que eu já tivesse visto em casa 1300 vezes.

A Bela e a Fera tem com certeza um lugar no meu coração, então eu fiquei muito feliz vendo esse filme, mesmo não tendo quase nada parecido com o desenho da disney é impossível não comparar os dois ou não ficar lembrando das musiquinhas em algumas cenas parecidas. Ponto pela nostalgia.

Léa Seydoux é a nova queridinha do mundo, depois que ela protagonizou Azul é a Cor Mais Quente. E eu gostei dela como a Bella, ela é muito delicada, parece uma princesa mesmo. Da Fera não da para dizer muita coisa, já que na maior parte do filme ele é feito em computação, mais o ator que faz ele é ótimo também.

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Não tenho palavras pra descrever como os cenários e os figurinos são maravilhosamente lindos e como tudo é bem feito. Dá a impressão de um verdadeiro conto de fadas, uma mistura do real e do imaginário. Eu daria tudo pra ver esse filme em uma tela de cinema ou em qualquer lugar que não fosse a telinha do meu notebook. Update: Aparentemente o filme vai passar nos cinemas daqui em outubro, e isso me fez uma pessoa feliz.

A parte ruim: O roteiro é o pior problema desse filme, tudo acontece muito rápido e não dá pra ver em que momento a Bella começa a gostar mesmo da Fera. E eu sei que é um conto de fadas e quem precisa de um roteiro mega elaborado? Mas eles capricharam tanto nos flashbacks podiam ter caprichado na história de romance atual também.

Mas mesmo que o roteiro tenha várias falhas esse filme é uma adaptação muito melhor, por exemplo, do que a Alice do Tim Burton ou Branca de Neve e o Caçador. Talvez os franceses devessem fazer as adaptações dos contos de fadas daqui pra frente.

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Conclusão: Eu adorei. Pela nostalgia, pela atriz, e mesmo com os probleminhas no roteiro. Só a fotografia já vale todo o filme.

5 motivos para começar a assistir Orange Is the New Black

Orange Is the New Black é uma das melhores séries atualmente, e se você ainda não começou a assistir, não sabe o que está perdendo. Por isso eu fiz uma lista com 5 motivos, não muito óbvios, do porque você deve ir ver essa série agora e fazer parte da legião de fãs que ela já conquistou com apenas 2 temporadas.

Orange is the new black - 5 motivos para assistir

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1- As melhores personagens femininas.

A coisa que me deixa mais feliz é que Orange Is the New Black representa as mulheres como quase nenhuma série faz hoje em dia e muito menos os filmes. Todas elas são personagens extremamente complexas e são facilmente pessoas reais. Como a série é feita em um ambiente confinado com apenas mulheres vestidas igual, a única coisa que as diferencia é a personalidade única. OITNB é uma dessas séries que é muito difícil escolher a sua personagem preferida e ai você simplesmente aceita que ama todas igualmente.

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2- O  Drama e a comédia.

Embora a série esteja na categoria de comédia, e seja uma ótima comédia com várias piadas e tiradas realmente engraçadas, ela também faz drama extremamente bem. Por exemplo nos momentos de flashback ou em alguns dos desfechos de histórias. Sabe aquela coisa do rir para não chorar? Orange Is the New Black no fundo faz comédia do drama.

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3- Os relacionamentos.

É muito legal ver como as detentas formam famílias, coisa que elas levam muito a sério e pode fazer muita diferença. E algumas delas se tornam bffs, tipo a Maritza e a Flaca, ou tem um relacionamento de mãe e filha, como a Red e a Nicky. Com o tempo a série vai mostrando como esses relacionamentos são muito importantes para elas.

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4- Os sotaques.

Eu assisti a série legendada e pra quem entende inglês ou está aprendendo, Orange Is the New Black tem uma variedade de sotaques fantástica, o que para quem gosta é incrível. Se você está aprendendo inglês recomendo demais que você assista prestando atenção nos sotaques e no jeito diferente de falar de cada uma delas.

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5- Ela é completamente diferente de tudo hoje em dia.

Aonde você encontra uma série que tenha personagens na maioria femininos, tenha uma história bem original e que seja bem feita? Hoje em dia está faltando séries com originalidade, principalmente séries boas, e Orange Is the New Black é com certeza as duas. Por isso eu recomendo que você vá assistir agora.

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Terminando o post com essas duas lindas !

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Resenha: Fome de Michael Grant

Não existem pais no LGAR. Nem deus, também. Só humanos tentando ficar vivos.”

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Observação: Esse é o segundo livro de uma série e os textos abaixo contém spoilers do primeiro livro.

A sinopse: Já se passaram três meses desde que todos os menores de quinze anos ficaram presos na bolha conhecida como o LGAR. As coisas só pioraram. A comida está acabando, e as crianças cada dia mais estão a desenvolvendo habilidades sobrenaturais. Logo ocorrerá tensão entre aqueles com poderes e os sem poderes, e poderá ocorrer uma tragédia indescritível, irrompendo o caos. Normais contra os mutantes, e uma batalha com rumo sangrento.

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Sobre a leitura:  Acabei de ler o livro e vou confessar que tive que parar um momento para respirar. Eu li em 3 dias, o que é impressionante já que ele tem 529 páginas. Eu literalmente devorei ele.

A parte boa: Com esse livro consegui tirar a conclusão que a série Gone é mesmo um achado fantástico, esse livro é muito bom, e os próximos tem a grande possibilidade de serem tão bons quanto ou até melhores.

Fome é desgastante, com a narrativa do Michael Grant você se sente com tanta fome quanto os personagens, tão cansado e com tanto medo quanto eles. Eu tive um pouco de problema com a quantidade de descrição de situações que não me pareciam necessárias, mas nenhuma que fizesse que eu parasse o livro.

Uma das coisas que mais me impressiona é a capacidade de Michael Grant de criar vários personagens, cada um com sua personalidade e seus problemas, jogar eles no meio dos problemas comuns, e no final, não deixar nenhuma ponta solta.

 Os superpoderes nem sempre fazem da gente um super-herói – Duck”

Os personagens: Todos estão muito bons nesse livro. Mas infelizmente como o livro é bem dividido, não tem nenhum que se destaque como aconteceu no primeiro. Mas todos continuam seguindo a linha de personalidade deles perfeitamente, com algumas surpresas, tipo uma personagem se tornar assumidamente lésbica.

As melhores partes: O livro inteiro é bom, mas não tem nenhum ápice, o tempo todo tem coisas acontecendo. Mas talvez a melhor parte (sem dar spoilers) envolva crianças com fome e um enforcamento.

A parte ruim: O excesso de descrições pode deixar o livro cansativo de vez em quando, mas nada que tenha feito eu abandonar a leitura.

 Se existe um Deus, imagino se está sentado no escuro, na beira da cama dele, imaginando como conseguiu ferrar com tudo – Sam”

A conclusão: Apenas uma ótima continuação. Se você ainda não leu, leia, eu recomendo demais.